“O Senac mudou minha vida e essa história está só começando”

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    Conheça a história de Edianez Figueiredo_colaboradora da Unidade de Educação profissional do Senac Recife

    “O Senac mudou minha vida e essa história está só começando”

    Conheça a história de Edianez Figueiredo, da Unidade de Educação profissional do Recife (UEP-Recife), que representa os colaboradores na campanha dos 75 anos do Senac.

    Sua trajetória no Senac iniciou há 16 anos, quando ela era secretária de um vereador e nutria o desejo de ser administradora e melhorar de vida. Começou, então, a busca por cursos e escolas que atendessem à sua necessidade e tivessem qualidade. Foi quando encontrou o que queria: o curso de Assistente Administrativo do Senac. Ganhando R$ 175, ela destinava R$ 125 para pagar a mensalidade e ainda abastecia o cartão de passagem para se locomover e frequentar as aulas. Mal sabia que seu futuro começava a se desenhar a partir daquele momento e todo o sacrifício seria recompensado.

    Edianez trabalhava de 7h às 12h, corria para casa para se trocar e chegar no curso às 13h. “Muitas vezes, nem dava tempo de almoçar”, conta. A cada unidade curricular, ela se encantava mais com o curso e cumpriu o estágio supervisionado no Senac.

    Quando estava prestes a terminar o estágio no RH, Jane Moura (que orientava o trabalho de Edianez no setor), informou que havia uma seleção para telefonista para a Central de Atendimento e perguntou se ela tinha interesse. “Obviamente, aceitei. Entreguei o currículo, fiz entrevistas e uma prova”.

    Tempo depois, a oportunidade aconteceu. “Em uma tarde, fazendo a unha da minha mãe, meu celular tocou. Era Jane perguntando se eu ainda tinha interesse em ocupar a vaga de telefonista. Eu aceitei, agradeci imensamente a oportunidade e cai no choro junto à minha mãe. Eu poderia, enfim, ajudá-la e estudar mais. Cada vez que lembro disso, fico emocionada”. E foi assim que começou seu trabalho na instituição, em 21 de novembro de 2005, no telemarketing da CAS.

    Antes de concluir o primeiro mês de experiência, ela foi chamada pela coordenadora da CAS. “Fui lá pensando que seria demitida e descobri que havia sido ‘promovida’ para assistente administrativo do antigo Centro de Formação Profissional-Recife que, logo depois, foi dividido em Unidade de Idiomas e Unidade Recife”, conta.

    “O Senac mudou minha vida e essa história está só começando. Tive a possibilidade de ajudar minha mãe e fiz cursos para enriquecer meu currículo. Sei que qualquer pessoa que passa por aqui tem mais do que um certificado, tem conhecimento acumulado pra toda a vida”, finaliza.

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