O último dia da Feira reuniu pequenos talentos curiosos sobre a gastronomia
A oficina “A fantástica máquina de cupcakes” começou com uma surpresa. As crianças descobriram que teriam que preparar a massa do zero, misturando os ingredientes e trabalhando em conjunto para obter um resultado homogêneo. O desafio divertiu e estimulou o público a interagir para garantir um bolo perfeito. A ação fez parte do último dia da Feira de Confeitaria do Senac, realizada no Recife Expo Center, e que aconteceu durante os dias 13, 14 e 15 de agosto.
Com aventais, toucas e as mãos higienizadas, os pequenos foram se familiarizando com os ingredientes cuidadosamente separados por Antônio Marques, chef confeiteiro do Senac, e suas auxiliares, que ministraram a oficina. O instrutor aproveitou para explicar para a turma o papel de alguns itens no preparo.
“O fermento é o que faz o bolo crescer e não deixa com que ele fique com a textura de brownie, por exemplo, outro preparo doce. Mas, como hoje vamos fazer um cupcake, precisamos de uma massa de bolo, que leva ovos, farinha e amido para ficar bem fofinha”, destaca o chef Antônio Marques.
Com os cupcakes prontos e as bisnagas coloridas de brigadeiro de leite em mãos, as crianças puderam iniciar a etapa de decoração, dando voltas ao redor do bolo para preencher o topo com a cobertura. O passo seguinte envolveu mais cores e texturas, dessa vez trazidos pelos confeitos coloridos, jujubas, esferas crocantes de chocolate e morangos para finalizar a decoração.
Nesse momento, a criatividade dos participantes também enchia de orgulho os olhares atenciosos dos familiares. Vilma Vieira, enfermeira, trouxe seu filho Miguel Vieira, de 12 anos, para colocar a mão na massa.
“O bolo preferido dele é o de laranja, sempre preparamos juntos, então pensei que seria interessante se ele aprendesse a fazer a receita de algo do tipo e vejo que ele ficou muito feliz em decorar sozinho o primeiro cupcake”, comenta Vilma.
Após a confecção dos bolinhos, algumas crianças foram sorteadas com moldes para biscoito e pirulitos, a fim de incentivar a prática culinária e contato com novas receitas.
O chef confeiteiro do Senac aproveitou ainda para destacar a experiência de ministrar pela primeira vez uma oficina para crianças. “Esse momento me fez perceber o quão importante e necessário é adaptar nossa linguagem para trabalhar com o público infantil”, destaca Antônio.





